TATO

Dedos. Tocando a pele aberta e oferta. Desenhando imagens lascivas, de pudores desprovidas, em teu corpo teso. Só corpo e curvas. Não me lembro do teu rosto. Muito menos do teu nome. Só do teu prazer exposto, incontido e sem medo. Na hora que tudo pára, de olhos fechados estremeço: mulher você existe só na ponta dos meus dedos...
© Fábio Reoli
Escrito por F. Reoli às 11h58
[]
[envie esta mensagem]
[ ver mensagens anteriores ]
|